Posts Tagged ‘Vinícula Campo Largo’

Calendário Campo Largo

Saturday, January 10th, 2009

Ainda em ritmo de ano-novo. Uma ilustração criada para o Calendário 2009 da Vinícula Campo Largo, através da da agência Blu Design.

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Mais calendário

Monday, October 6th, 2008

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Mais algumas imagens do calendário deste ano da Vinícula Campo Largo.As imagens da versão do ano que vem, mostrando outros cenários brasileiros está em produção. A imagem acima é a Rua XV, no centro de Curitiba. Abaixo temos o carnaval em Salvador, diante do elevador Lacerda e uma torcida num estádio qualquer num jogo da seleção de futebol.

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Vinho, paisagens e um calendário.

Saturday, September 27th, 2008

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Eis um trabalho publicitário para dar uma variada nas ilustrações que tenho postado aqui. Se você tem acompanhado o que tenho postado no blog nos últimos meses vai sentir um pouco a diferença de tom nas imagens. O artista é o mesmo, a intenção é outra. Mas no fim,  tudo se resume em ser profissional. Este é um trabalho simpático, que agrada a maioria das pessoas. Foi criado para a agência Blu aqui de Curitiba. A idéia é  em 13 imagens representar lugares pitorescos do Brasil  onde pessoas consomem os produtos da Vinícula Campo Largo. Eu Já havia postado algumas imagens desse calendário aqui meses atrás. Agora que estou produzindo a versão 2009 do mesmo, resolvi postar mais algumas ilustrações. Afinal, estou de volta ao clima. A que abre o post é Blumenau, aproveitando que outubro e a Oktoberfest se aproximam.

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Em seguida vemos uma cantina italiana em São Paulo e um hotel fazenda na Serra Gaúcha. Escolha seu roteiro ideal mas não beba se for dirigir até lá!

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“Quadrinhos nacionais para ler e colecionar”

Tuesday, May 27th, 2008

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Esse é o título da matéria que saiu ontem no Caderno 2 do jornal A Tarde, de Salvador (BA), traçando o panorama do atual mercado nacional de quadrinhos. Pessoalmente fico muito lisonjeado por estar sendo citado junto de tantos nomes importantes do meio. Agradeço ao amigo Luís Augusto, criador da série infantil Fala Menino, publicada no mesmo jornal, por ter me enviado a matéria e ao jornalista Chico Castro jr, ( visite o blog dele aqui) de quem reproduzo o texto abaixo:

“Nem só de super-heróis gringos vive o leitor brasileiro de quadrinhos, Maurício de Sousa que o diga. Mas, além do célebre criador de Mônica e Cebolinha, as livrarias e bancas têm recebido uma animadora oferta de HQs brazucas – tanto em termos de quantidade, quanto de qualidade.

Só no último mês, cinco álbuns de luxo – e até de alto luxo – aportaram nas lojas: Piratas do Tietê A saga completa vol. 3, Níquel Náusea Minha mulher é uma galinha(ambas da Devir Livraria), Quadrinhofilia , Leão Negro Pepah (ambas da HQM Editora) e O alienista (Companhia Editora Nacional). Impossível deixar de citar também a revista Antologia Chiclete com banana, que está republicando o material da clássica revista homônima dos anos 80 e chega agora ao seu quinto número.

O leitor que tiver a oportunidade de conhecer todos estes materiais vai perceber, pelo menos, duas características marcantes da HQ brasileira.

Uma é a variedade de estilos e temáticas.

O quadrinista brasileiro que desenvolve um trabalho autoral não se limita a mostrar pessoas com as cuecas para fora das calças voando por aí, parecendo mais preocupado em desenvolver estilos e universos estéticos próprios e intransferíveis.

A outra característica que marca essa leva de lançamentos é a alta qualidade do quadrinho nacional, seja numa produção mais recente (como Quadrinhofilia e Níquel Náusea) ou mais antiga, como Piratas do Tietê e Chiclete com banana, ambos produzidos nos anos 80.

INVESTIMENTO – Além da qualidade do material em si, é notável o cuidado editorial tomado com as edições em questão. Casas como a Devir e a HQM, numa atitude nobre e corajosa, investem em lançamentos mais do que dignos para HQs nacionais, numa clara tendência de (merecida) valorização desses trabalhos.

Nesse sentido, o carro-chefe é sem dúvida a coleção Piratas do Tietê A saga completa, que apresenta as hilárias aventuras dos bucaneiros paulistanos criados pelo cartunista Laerte Coutinho. Piratas ganhou uma luxuriante

coleção de três álbuns em capa dura e papel off-set de 120 gramas.

No último e recém-lançado terceiro volume, um enorme pôster colorido acompanha o livrão.

Mas os outros lançamentos, se não têm capa dura, também têm qualidade para conquistar qualquer leitor, como o álbum Níquel Náusea Minha mulher é uma galinha, sétima coletânea de tiras do cartunista e veterinário Fernando Gonsales.

Estrelada por uma constelação de animais engraçadíssimos, Níquel Náusea

ganha a simpatia do leitor pelo humor simples e direto que muitas vezes reflete o inesgotável repertório da estupidez humana. De forma cômica, Gonsales toca em assuntos sérios com um toque leve, deixando espaço para quem lê tirar suas próprias conclusões. Risadas garantidas.

Demasiado humanos também são os felinos de Leão Negro Pepah.

Criada na década de 80 por Cynthia Carvalho e Ofeliano de Almeida, essa série de fantasia, aventura e um toque de erotismo retorna agora com um novo álbum, escrito pela mesma Cynthia e desenhada por André Mendes e Danusko Campos.

Estrelada por Othan, um anti-herói egoísta e dono de uma grande juba branca, Leão Negro se passa num mundo medieval habitado por leões antropomorfizados e – como não poderia deixar de ser – com o pavio bem curto e desejos irrefreáveis.

O senão desta edição é a colorização em tons de cinza um tanto exagerada e que interfere um pouco na visualização dos belos desenhos. A HQM promete novos álbuns da série para breve.

Quem não curte muito o gênero da fantasia deve curtir bastante a crônica urbana sensível do curitibano José Aguiar, autor do álbum Quadrinhofilia.

No caso de Aguiar, o termo “álbum” se adeqüa muito bem à sua obra, que apresenta uma coletânea de histórias avulsas, produzidas ao longo de uma década.

Versátil, premiado e com HQs publicadas na Europa, Aguiar é um dos maiores talentos dos quadrinhos nacionais na atualidade fora da seara do humor, merecendo pleno reconhecimento do público. Seu domínio da linguagem e a narrativa precisa são simplesmente impressionantes, dignos de muitos aplausos.

Outro lançamento que merece atenção é a adaptação do pernambucano Laílson de Holanda Cavalcanti para O alienista, a genial e irônica fábula de Machado de Assis sobre a hipocrisia que rege a sociedade.

Dono de um traço clássico, firme e com estilo próprio, Cavalcanti produziu a terceira adaptação recente da obra para os quadrinhos. As outras são de Francisco S. Vilachã (para a editora Escala Educacional) e dos gêmeos FábioMoon e Gabriel Bá (para a AGIR). Ainda assim, é uma bela re-interpretação do clássico.”

Aproveitando o clima e para dar um molho a mais no blog, ilustro o post com uma ilustração referente ao carnaval baiano criada por mim via a agência BLU, de Curitiba para o calendário 2008 da Vinícula Campo Largo.

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